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Déficit de US$ 68,8 bilhões nas contas externas: entenda!

Uélinton Morelli
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Uélinton Morelli
PorUélinton Morelli
Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
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Última atualização: 2026/01/28
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Em 2025, o saldo das contas externas do Brasil apresentou um déficit de US$ 68,791 bilhões, conforme divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (26). Esse montante representa 3,02% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma total dos bens e serviços produzidos no país, e segundo o BC, reflete resultados semelhantes ao do ano anterior quando se considera a dimensão da economia brasileira.

Conteúdo
  • Balança comercial e serviços
  • Rendas
  • Financiamento

No ano de 2024, o déficit nas transações correntes foi de US$ 66,168 bilhões, correspondendo a 3,03% do PIB, que inclui trocas de mercadorias e serviços e a transferência de renda com outras nações.

Conforme explicou Fernando Rocha, chefe do Departamento de Estatísticas do BC, o cenário das transações correntes é bastante sólido e havia uma tendência de aumento no déficit até fevereiro de 2025, impulsionada pela elevação da demanda interna; no entanto, essa tendência se estabilizou até novembro, com uma queda em dezembro. Este é o maior déficit anual desde 2014, quando alcançou US$ 110,5 bilhões.

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Apesar disso, Rocha destacou que o déficit exterior é coberto por investimentos de longo prazo, principalmente por meio de investimentos diretos no Brasil, que apresentam fluxos e um estoque de alta qualidade. Em 2025, os investimentos diretos no país (IDP) totalizaram US$ 77,676 bilhões.

“Isso confirma um quadro de contas externas bastante estáveis”, afirmou Rocha.

Além disso, Rocha destacou que a corrente comercial do país cresceu em 2025, com recordes nas exportações e importações, evidenciando uma maior integração do Brasil na economia global. Como consequência, houve uma “pequena diminuição” no superávit comercial, ficando em US$ 5,9 bilhões.

Essa situação foi compensada em parte pela diminuição de US$ 2,2 bilhões no déficit em serviços e pelo aumento de US$ 1 bilhão no superávit de renda secundária. O déficit em renda primária (que envolve pagamentos de juros, lucros e dividendos de empresas) permaneceu no mesmo nível observado em 2024.

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Os resultados de 2025 foram divulgados pelo BC após a consolidação dos dados de dezembro, quando as transações correntes apresentaram um resultado negativo de US$ 3,363 bilhões, em comparação a um déficit de US$ 10,237 bilhões em dezembro de 2024.

Este é o menor resultado para meses de dezembro desde 2015, devido ao crescimento dos superávits e à diminuição dos déficits nas contas de pagamentos. A balança comercial destacou-se com um aumento de US$ 4,7 bilhões.

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Balança comercial e serviços

No ano de 2025, as exportações de bens totalizaram US$ 350,899 bilhões, representando um crescimento de 3,2% em comparação com 2024. Por outro lado, as importações atingiram US$ 290,947 bilhões, subindo 6,2% na comparação em um ano. Com esses resultados extraordinários, a balança comercial apresentou um superávit de US$ 59,952 bilhões no ano passado, 8,9% inferior ao saldo positivo de US$ 65,842 bilhões registrado em 2024.

O déficit na conta de serviços – que inclui viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros – atingiu US$ 52,940 bilhões em 2025, uma redução de 4,1% em relação a 2024, quando o déficit foi de US$ 55,182 bilhões.

Um dos destaques na análise ano a ano foi a diminuição de US$ 5 bilhões nas despesas líquidas referentes a serviços culturais pessoais e recreativos. Segundo o BC, a partir de janeiro de 2025, a legislação tornou necessário que as casas de apostas online (bets) se registrassem como empresas residentes, resultando na exclusão das transações das apostas do balanço de pagamentos do setor externo.

Além disso, as receitas líquidas de serviços financeiros aumentaram em US$ 1,1 bilhão.

Por outro lado, as despesas líquidas de serviços de propriedade intelectual aumentaram em US$ 2,5 bilhões, assim como os serviços de telecomunicação, computação e informações, que tiveram alta de US$ 941 milhões. Essas despesas estão associadas a operações realizadas em plataformas digitais, incluindo serviços de streaming e vendas de softwares.

No que diz respeito às viagens internacionais, o déficit na conta aumentou em 2025, fechando em US$ 13,850 bilhões, resultante de receitas de US$ 7,865 bilhões (que correspondem aos gastos de estrangeiros durante as visitas ao Brasil) e despesas de US$ 21,715 bilhões de brasileiros viajando para fora.

Conforme Rocha, o nível de gastos dos turistas no país é o maior desde o início da série histórica em 1995.

Rendas

Em 2025, o déficit em renda primária – que inclui lucros, dividendos, pagamentos de juros e salários – alcançou US$ 81,347 bilhões, o mesmo valor registrado em 2024. Essa conta tende a apresentar um déficit, pois existe um volume maior de investimentos estrangeiros no Brasil, que remete os lucros para o exterior, em comparação com os investimentos de brasileiros fora do país.

A conta de renda secundária – que envolve transferências econômicas de uma nação para outra, como doações e remessas em dólares, sem que haja uma contrapartida de bens ou serviços – teve um resultado positivo de US$ 5,543 bilhões no ano anterior, em comparação a um superávit de US$ 4,505 bilhões em 2024.

Financiamento

Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) aumentaram 4,8% em comparação ao ano passado. O IDP totalizou US$ 77,676 bilhões (3,41% do PIB) em 2025, em comparação a US$ 74,091 bilhões em 2024, resultado de ingressos líquidos de US$ 62,367 bilhões em participação no capital e US$ 15,309 bilhões em operações intercompanhiais.

Quando há um saldo negativo nas transações correntes, o país precisa financiar esse déficit através de investimentos ou empréstimos do exterior. O IDP é a forma preferencial de financiar esse saldo negativo, uma vez que os recursos são direcionados ao setor produtivo e geralmente incluem investimentos de longo prazo.

Entretanto, de acordo com Fernando Rocha, em 2025, a aplicação em títulos de renda fixa também se tornou uma fonte adicional de financiamento externo.

Os investimentos em carteira no mercado interno registraram uma entrada líquida de US$ 15,284 bilhões no ano passado, composta de saídas líquidas de US$ 4,945 bilhões em ações e fundos de investimento, além de ingressos líquidos de US$ 20,229 bilhões em títulos de dívida.

O total de reservas internacionais alcançou US$ 358,234 bilhões no final de 2025, comparado a US$ 329,730 bilhões no fim de 2024.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:balança comercialbcContas ExternasDéficitserviços
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Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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