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BC mantém taxa de juros em 15% pela quinta vez consecutiva

Uélinton Morelli
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Uélinton Morelli
PorUélinton Morelli
Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
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Última atualização: 2026/01/30
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Embora tenha ocorrido uma diminuição da inflação e do dólar, o Banco Central (BC) optou por não alterar as taxas de juros. De forma unânime, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a Taxa Selic, que representa os juros básicos da economia, em 15% ao ano. Essa decisão era prevista pelo setor financeiro.

Conteúdo
  • Inflação
  • Crédito caro

É a quinta vez consecutiva que o Copom decide manter os juros em sua atual taxa. O nível atual é o mais elevado desde julho de 2006, quando a taxa estava fixada em 15,25% ao ano.

No comunicado oficial, o Copom indicou que deverá iniciar uma redução nas taxas de juros na reunião de março, caso a inflação permaneça sob controle e não surjam fatores inesperados na economia.

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“O Comitê projeta que, se o cenário previsto se confirmar, ele começará a flexibilizar a política monetária em sua próxima reunião, mas ressalta que manterá as restrições necessárias para garantir que a inflação se aproxime da meta”, declarou o BC.

A deliberação unânime ocorreu com o Copom incompleto. No final de 2025, expiraram os mandatos de Renato Gomes, diretor de Organização do Sistema Financeiro, e Paulo Pichetti, diretor de Política Econômica. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva somente enviará as indicações dos novos diretores após o retorno do Congresso Nacional, em fevereiro.

Depois de atingir 10,5% ao ano em maio do ano anterior, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic alcançou 15% ao ano na reunião de junho do ano passado, mantendo essa taxa desde então.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação oficial, que é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2025, o IPCA ficou em 4,26%, o menor patamar anual desde 2018. Com esse resultado, o indicador retornou a estar dentro do teto da meta de inflação contínua.

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Conforme o novo sistema de meta contínua, que entrou em vigor em janeiro, a meta de inflação a ser perseguida pelo BC, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual tanto para cima quanto para baixo. Portanto, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

No novo modelo de meta contínua, a meta é apurada mensalmente, levando em consideração a inflação acumulada nos últimos 12 meses. Em janeiro de 2026, a inflação acumulada desde fevereiro de 2025 será comparada com a meta e seu intervalo de tolerância. Em fevereiro de 2026, esse procedimento será repetido, começando a partir de março de 2025. Assim, a verificação se desloca com o tempo, não se restrigindo mais ao índice fechado de dezembro de cada ano.

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No último Relatório de Política Monetária, que foi divulgado pelo Banco Central no final de dezembro, a previsão do IPCA para 2026 foi reduzida para 3,5%, mas essa estimativa será revista devido ao comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição deste documento, que substitui o antigo Relatório de Inflação, será anunciada no final de março.

As expectativas do mercado estão menos otimistas. Conforme o boletim Focus, uma pesquisa semanal realizada com instituições financeiras e divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá encerrar o ano em 4%, levemente acima do limite superior da meta. Um mês atrás, as projeções do mercado estavam em 4,05%.

Crédito caro

A elevação da taxa Selic contribui para conter a inflação. Isso ocorre porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam tanto a produção quanto o consumo. Em contrapartida, taxas mais altas dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central aumentou a projeção de crescimento da economia para 2026, passando de 1,5% para 1,6%.

O mercado prevê um crescimento um pouco mais otimista. De acordo com a última edição do boletim Focus, os economistas estimam uma expansão de 1,8% do PIB em 2026.

A taxa básica de juros é utilizada nas transações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao elevar essa taxa, o Banco Central controla a demanda excessiva que pressiona os preços, já que juros mais altos aumentam o custo do crédito e incentivam a poupança.

Quando o Copom reduz os juros básicos, ele torna o crédito mais acessível e promove a produção e o consumo, mas isso pode comprometer o controle da inflação. Para diminuir a Selic, a autoridade monetária precisa estar confiante de que os preços estão sob controle e que não há risco de aumento.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:banco centralCopomSelictaxa básica de jurostaxa Selic
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Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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