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CNI Revela: Juros Altos Desaceleram a Indústria

Uélinton Morelli
Por
Uélinton Morelli
PorUélinton Morelli
Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
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Última atualização: 2026/02/06
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A elevada magnitude da Taxa Selic – interesse fundamental da economia – foi o fator principal pela estagnação da indústria no desfecho de 2025, analisou a Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao opinar a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme a entidade, o ciclo de taxas elevadas, atualmente em 15% ao ano, encareceu o financiamento e reduziu o interesse dos compradores. A situação foi complicada por uma procura interna insuficiente e pelo avanço das importações, que conquistaram uma parcela importante do mercado brasileiro, como afirmado pela CNI.

O diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, considera “vultoso” o dano provocado pelas taxas de juros.

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O nível punitivo da Taxa Selic encareceu o financiamento para o setor produtivo, diminuindo investimentos e reduzindo o interesse dos compradores por itens industriais. O impacto dos juros altos é significativo. Em 2024, com a Selic mais baixa, a procura doméstica por produtos da indústria de transformação cresceu quatro vezes mais do que o registrado até novembro de 2025″, destacou Telles em comunicado.

De acordo com o diretor da CNI, essa fragilidade resultou em reservas acima do planejado e em uma diminuição de 0,2% na produção da indústria manufatureira, que transforma matérias-primas em bens de consumo.

A análise da confederação também alerta para a pressão externa: as aquisições de bens de consumo do exterior tiveram um aumento de 15,6% no ano anterior. Enquanto a produção nacional diminuía, os produtos importados preenchiam as lacunas, dificultando qualquer tentativa de recuperação do empresariado local durante os dois semestres de 2025.

Decréscimo na confiança

Esse efeito combinado impactou severamente o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado no final de janeiro, que registrou o pior desempenho para o mês em uma década. Com o indicador operando abaixo dos 50 pontos – que divide o otimismo do pessimismo – por 13 meses consecutivos, a CNI identifica um cenário de falta de confiança persistente, paralisando investimentos cruciais para a modernização e expansão das fábricas brasileiras.

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De acordo com a CNI, sem uma transformação na política monetária e na promoção da procura doméstica, o crescimento deste ano está em perigo. A entidade teme que a inatividade produtiva e a escassa intenção de contratação persistam, prejudicando não apenas a indústria de transformação, mas também o desempenho de toda a economia nacional a curto prazo.

A pesquisa do IBGE confirmou a perda de fôlego do setor. A produção industrial encerrou 2025 com um crescimento de apenas 0,6%, um desempenho modesto se comparado à expansão de 3,1% registrada em 2024. O levantamento oficial aponta que a desaceleração se intensificou no segundo semestre, acompanhando precisamente o aperto monetário.

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Fonte: Agência Brasil

TAGS:CNICrescimento industrialindústriajurosSelic
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Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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