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Haddad critica visão da classe dominante sobre o Estado no Brasil

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
1 mês atrás
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“A elite dominante brasileira compreende o Estado como sendo dela, não é algo nosso, é algo pertencente a ela.” Essa análise é apresentada pelo ministro da Economia, Fernando Haddad, que esteve presente em um evento, em São Paulo, para lançar seu livro Economia Hiperindustrial. Durante o evento, ocorreu uma conversa entre Haddad, Celso Rocha de Barros e mediação de Lilia Schwarcz, no Sesc 14 Bis.

“Defendo a ideia de que o Estado foi cedido aos latifundiários como compensação pela abolição da escravidão”, declarou Haddad. Para contextualizar, ele recordou que o movimento republicano teve início em 14 de maio de 1988 – um dia após a assinatura da Lei Áurea – e um ano depois alcançou sucesso.

Triunfante, o movimento republicano “afasta a classe dirigente do país e, em seu lugar, coloca apenas a elite dominante do país para administrar o estado como se fosse seu. Até hoje lidamos com esse problema.”

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“Esse ‘acordo’, sob a supervisão das Forças Armadas, quando é desafiado, a reação é imediata. Não se pode questionar isso, não se pode questionar em nenhum momento. Por isso, a democracia no Brasil é tão complexa e tão frágil, porque a democracia é a oposição a essa situação atual. E, quando ela é pressionada, pode ocorrer uma ruptura institucional”, concluiu o ministro.

São Paulo (SP), 07/02/2026 - Lançamento do livro Capitalismo Superindustrial, do ministro da Fazenda Fernando Haddad, pela Companhia das Letras, com Celso Rocha de Barros e mediação de Lilia Schwarcz, no Sesc 14 Bis. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Lançamento do livro Economia Hiperindustrial, do ministro da Economia Fernando Haddad, pela Companhia das Letras, com Celso Rocha de Barros e mediação de Lilia Schwarcz, no Sesc 14 Bis. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Economia hiperindustrial

Divulgado neste sábado, o livro de Haddad discute os processos que resultaram no atual modelo global do que ele denomina como economia hiperindustrial, caracterizado por desigualdade e competição crescendo. Haddad aborda temas como a acumulação primitiva de capital na chamada periferia do capitalismo, a inclusão do conhecimento como elemento de produção e as novas formas de classe.

Segundo o ministro, a desigualdade continuará em ascensão. “Quando o estado suaviza os efeitos do desenvolvimento capitalista e organiza a sociedade com uma desigualdade moderada, de fato as tensões sociais diminuem consideravelmente”, afirmou.

No entanto, deixada à própria sorte, essa dinâmica leva a uma desigualdade absoluta. Quando isso acontece, não se está mais falando de diferença, mas sim de contradição e processos contraditórios. Nesse momento, entendo que estamos atravessando essa fase em que a contradição está se tornando evidente”, acrescentou.

O livro reúne pesquisas sobre economia política e a natureza do sistema soviético, realizadas por Haddad nas décadas de 1980 e 1990, as quais foram revisadas e ampliadas. Com isso, a obra também aborda os desafios apresentados pela emergência da China como potência mundial.

Processos no Oriental

“O objetivo era compreender o que ocorreu no Oriente que poderia se enquadrar em um padrão distinto de acumulação primitiva de capital – que não se assemelha à escravidão nas Américas nem à servidão no Leste Europeu -, mas que, de maneiras diferentes, alcançaram os mesmos objetivos”, explicou.

Ele destaca que, ao contrário do que ocorreu no Leste Europeu e nas Américas, as revoluções no Oriente foram antissistema e anticolonialistas. “Diferentemente da escravidão e da servidão, o autoritarismo e a brutalidade do estado serviram a propósitos de industrialização, algo que não ocorreu nem no leste europeu, nem nas Américas”, explanou.

“É interessante observar que, internamente, eram formas extremamente violentas e coercitivas de acumulação de capital, porém externamente, possuíam uma força antissistema que cativava os povos em busca de liberdade e autodeterminação nacional, não de emancipação humana. Ou seja, estamos de fato diante de uma revolução, mas não de uma revolução socialista e isso faz uma grande diferença”, acrescentou.

Em relação aos questionamentos acerca do sucesso ou fracasso dos processos no Oriente, ele avalia que, em termos de desenvolvimento das forças produtivas e da mercantilização da terra, do trabalho e da ciência, houve avanços nessas sociedades. “Quanto aos ideais que motivaram os líderes revolucionários, aí você pode dizer que não foram alcançados”, pontuou, destacando as contradições evidenciadas nesses processos.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:Capitalismo Superindustrialclasse dominanteFernando HaddadlançamentoLivro
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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