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Desemprego atinge mínima histórica em 19 estados e no DF

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
1 mês atrás
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Dezenove estados e o Distrito Federal (DF) encerraram 2025 com a menor taxa de desocupação já registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

Nesta sexta-feira (20), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados.

Ao nível nacional, o ano de 2025 terminou com taxa de desemprego de 5,6%, a mais baixa em toda a série histórica iniciada em 2012, conforme informado pelo IBGE no final de janeiro. 

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A pesquisa do IBGE analisa o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e considera todas as modalidades de ocupação, seja formal ou informal, temporária e autônoma, por exemplo.

Conforme os critérios do instituto, somente é considerada desocupada a pessoa que efetivamente buscou um emprego 30 dias antes da pesquisa. São visitadas 211 mil residências em todas as unidades federativas e no Distrito Federal.

Mínimas históricas

Os estados que alcançaram a menor taxa de desocupação foram:

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Mato Grosso: 2,2%

Santa Catarina: 2,3%

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Mato Grosso do Sul: 3%

Espírito Santo: 3,3%

Paraná: 3,6%

Rio Grande do Sul: 4%

Minas Gerais: 4,6%

Goiás: 4,6%

Tocantins: 4,7%

São Paulo: 5%

Paraíba: 6%

Ceará: 6,5%

Pará: 6,8%

Maranhão: 6,8%

Distrito Federal: 7,5%

Amapá: 7,9%

Sergipe: 7,9%

Rio Grande do Norte: 8,1%

Amazonas: 8,4%

Bahia: 8,7%

Embora sem redução na taxa de desocupação, Rondônia fechou o ano com 3,3%, o quarto índice mais baixo do país. O recorde de menor desemprego do estado do norte foi 3,1%, em 2023.

Dentre todos os estados que alcançaram os menores índices de desocupação em 2025, o único que não registrou queda em comparação com 2024 foi o Amazonas, que manteve os 8,4%.

Doze UFs abaixo da média

Os dados consolidados de 2025 mostram que, de 27 UFs, 12 ficaram abaixo da média nacional (5,6%); e 15 superaram a média de desemprego no país. Três estados do Nordeste têm as maiores taxas de desocupação.

Confira o ranking:

Mato Grosso: 2,2%

Santa Catarina: 2,3%

Mato Grosso do Sul: 3,0%

Espírito Santo: 3,3%

Rondônia: 3,3%

Paraná: 3,6%

Rio Grande do Sul: 4,0%

Goiás: 4,6%

Minas Gerais: 4,6%

Tocantins: 4,7%

São Paulo: 5,0%

Roraima: 5,1%

Média Brasil: 5,6%

Paraíba: 6,0%

Ceará: 6,5%

Acre: 6,6%

Maranhão: 6,8%

Pará: 6,8%

Distrito Federal: 7,5%

Rio de Janeiro: 7,6%

Sergipe: 7,9%

Amapá: 7,9%

Rio Grande do Norte: 8,1%

Alagoas: 8,3%

Amazonas: 8,4%

Bahia: 8,7%

Pernambuco: 8,7%

Piauí: 9,3%

Informalidade

A pesquisa do IBGE revela desigualdades na informalidade do mercado de trabalho pelo país. Enquanto o país encerrou 2025 com um índice de informalidade de 38,1%, 18 estados ultrapassaram essa marca, com destaque negativo para as regiões Norte e Nordeste.

No mercado informal, os trabalhadores não contam com direitos como previdência, 13º salário, seguro-desemprego e férias, por exemplo.

Confira a informalidade nas UFs:

Maranhão: 58,7%

Pará: 58,5%

Bahia: 52,8%

Piauí: 52,6%

Ceará: 51%

Amazonas: 50,8%

Paraíba: 49%

Sergipe: 48,2%

Pernambuco: 47,8%

Alagoas: 47,5%

Rondônia: 46,1%

Acre: 45,2%

Amapá: 44,2%

Roraima: 40,3%

Tocantins: 39,7%

Espírito Santo: 39%

Rio Grande do Norte: 39%

Rio de Janeiro: 38,5%

Média Brasil: 38,1%

Minas Gerais: 36,8%

Mato Grosso: 36,3%

Goiás: 35,1%

Mato Grosso do Sul: 32,1%

Paraná: 31,6%

Rio Grande do Sul: 31,4%

São Paulo: 29%

Distrito Federal: 27,3%

Santa Catarina: 26,3%

O IBGE destaca que o DF e oito estados finalizaram o ano com um rendimento mensal acima da média nacional (R$ 3.560).

O DF lidera com folga o ranking, explicado pela grande quantidade de servidores públicos na capital federal, que recebem uma remuneração superior à média da iniciativa privada.

Distrito Federal: R$ 6.320

São Paulo: R$ 4.190

Rio de Janeiro: R$ 4.177

Santa Catarina: R$ 4.091

Paraná: R$ 4.083

Rio Grande do Sul: R$ 3.916

Mato Grosso do Sul: R$ 3.727

Mato Grosso: R$ 3.688

Goiás: R$ 3.628

Média Brasil: R$ 3.560

Espírito Santo: R$ 3.497

Roraima: R$ 3.438

Rondônia: R$ 3.362

Minas Gerais: R$ 3.350

Tocantins: R$ 3.129

Amapá: R$ 3.089

Rio Grande do Norte: R$ 3.003

Sergipe: R$ 2.855

Acre: R$ 2.794

Amazonas: R$ 2.733

Pernambuco: R$ 2.666

Paraíba: R$ 2.577

Piauí: R$ 2.561

Alagoas: R$ 2.531

Pará: R$ 2.508

Ceará: R$ 2.394

Bahia: R$ 2.284

Maranhão: R$ 2.228

Dentre todos os estados, apenas Amazonas, Amapá, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia e São Paulo estão abaixo do recorde de rendimento do trabalhador. São Paulo, por exemplo, alcançava rendimento de R$ 4.320 em 2014, em valores reais, ou seja, já ajustando pela inflação do período. Para o Amazonas, o maior salário registrado foi R$ 2.838 em 2012. 

Ao comentar sobre a Pnad, o analista da pesquisa, William Kratochwill, explica que a mínima histórica em 2025 “deriva do dinamismo notado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do salário real”.

Confira as informações no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Texto modificado às 14h22min. para inclusão de informações.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:DesempregoDFEstadospesquisaPnad
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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