Depois de um par de dias de instabilidades, o setor financeiro experimentou um dia de ajuste. Numa jornada caracterizada pelo alívio temporário nas pressões, o dólar caiu quase 1%.
A bolsa de mercadorias restabeleceu-se parcialmente, enquanto o petróleo manteve-se próximo da estabilidade.
O dólar comercial encerrou esta terça-feira (4) sendo comercializado a R$ 5,218, com queda de R$ 0,047 (-0,89%). A cotação operou em queda ao longo de toda a jornada, oscilando entre R$ 5,20 e R$ 5,22.
No mercado acionário, o dia também foi caracterizado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou em 185.366 pontos, com acréscimo de 1,24%.
Em alta ao longo de toda a sessão, o indicador foi impulsionado por papéis de instituições financeiras. As ações de empresas do ramo petrolífero e de extrativismo mineral caíram, devido à descida ou à manutenção do valor das matérias-primas (produtos básicos com cotação global).
O barril do petróleo do tipo Brent, empregado nas transações internacionais, permaneceu estável, em US$ 81,40. O barril do tipo WTI, transacionado nos Estados Unidos, elevou-se 0,13%, atingindo US$ 74,66.
Mesmo com o Estreito de Ormuz permanecendo bloqueado, o chefe de Estado dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou que navios norte-americanos poderiam escoltar petroleiros e navios-cisterna. Adicionalmente, a Secretaria do Tesouro estaria apta a prover seguros de emergência para empresas de navegação.
A estabilidade no valor do petróleo colaborou para reverter parcialmente a ascensão do dólar nos últimos dias. Investidores aproveitaram o recente incremento para negociar a moeda e garantir os retornos recentes.
* Com dados da Reuters
Fonte: Agência Brasil


