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IBGE revela queda na taxa de informalidade no trabalho

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
1 mês atrás
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A taxa de precariedade alcançou no período de novembro de 2025 a janeiro de 2026 o menor nível desde o período encerrado em julho de 2020, marcando 37,5%, equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores precários.

No período anterior, era de 37,8%, e no mesmo período de 2024, 38,4%.

As informações são provenientes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (Pnad Contínua) divulgadas nessa quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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A responsável pela Pnad Contínua, Adriana Beringuy, indicou que a instabilidade tem diminuído desde 2022, com aceleração desse declínio a partir de 2023.

A justificativa para a diminuição nesse período, conforme a responsável, é a conexão da diminuição da taxa com a tendência de queda do emprego sem formalização no setor privado, além do aumento da abrangência de registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) dos trabalhadores por conta própria.

Apesar de observar que em 2020 houve uma diminuição significativa na precariedade devido à pandemia, pois as pessoas pararam de trabalhar, Adriana Beringuy considera que o momento atual reflete uma melhoria na qualidade do emprego disponível em todo o histórico do IBGE.

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“Se desconsiderarmos o impacto da pandemia, de fato, esse é o menor indicador de taxa de informalidade comparado”, mencionou durante a entrevista para apresentar os dados.

O ponto mais baixo da precariedade no emprego foi em junho de 2020, de 36,6%.

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De acordo com Adriana Beringuy, a diminuição mais significativa ocorreu no grupo sem assinatura de carteira de trabalho.

Neste momento, a população empregada do mercado de trabalho brasileiro mantém-se estável como um todo, e seu setor precário, embora permaneça estável, uma vez que não apresenta variação tão acentuada, diminui um pouco mais.

Segundo a avaliação da responsável, esse comportamento terá repercussões mais adiante no aumento da remuneração do trabalhador.

“Essa composição tem possibilitado manter a remuneração do trabalhador em um nível mais elevado, pois, além de preservar os ganhos quantitativos observados em 2025, o ano de 2026 começa com uma composição que garante a manutenção da remuneração do trabalho que ficou em R$ 3.652”, explicou.

Conforme a pesquisa, a remuneração real habitual de todos os empregos atingiu R$ 3.652, a mais alta da série, com aumento de 2,8% no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 e de 5,4% na comparação anual.

Registro formal

O número de empregados no setor privado com contrato formal, excluindo trabalhadores domésticos, permaneceu em 39,4 milhões, o que demonstra estabilidade no trimestre e aumento de 2,1% no ano, ou seja, mais 800 mil pessoas com contrato formal.

Também permaneceram estáveis tanto no trimestre quanto no ano o total de empregados sem contrato formal no setor privado, totalizando 13,4 milhões.

A estabilidade no trimestre também está presente no contingente de trabalhadores autônomos, com 26,2 milhões, mas, na comparação anual, houve um acréscimo de 3,7%, ou mais 927 mil pessoas.

O número de trabalhadores domésticos (5,5 milhões) permaneceu estável no trimestre, no entanto, apresentou uma redução de 4,5% no período anual, com 257 mil pessoas a menos.

De acordo com a coordenadora da Pnad, os indicadores são bastante consistentes, e as principais formas de inserção na ocupação, seja com emprego formal, informal ou autônomo, mantêm-se estáveis, mesmo estando em alta na comparação anual.

“Considerando que a população empregada agora é muito maior do que há um ano, todas essas formas de inserção na comparação anual apresentam crescimento significativo”, afirmou.

Setores de atividade

Em relação ao trimestre anterior, houve um aumento de 2,8% no total de ocupados nos segmentos de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, ou seja, mais 365 mil pessoas, e de 3,5% em Outros Serviços, ou mais 185 mil pessoas.

A indústria em geral seguiu o caminho oposto e teve uma queda de 2,3%, correspondente a menos 305 mil pessoas.

Na comparação anual, houve crescimento nos segmentos de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas em 4,4%, ou mais 561 mil pessoas.

O segmento de Administração pública, Defesa, Seguridade Social, Educação, Saúde Humana e Serviços Sociais teve um aumento de 6,2%, ou mais 1,1 milhão de pessoas.

O segmento de Serviços Domésticos registrou uma redução de 4,2%, ou menos 243 mil pessoas.

Método de pesquisa

Segundo o IBGE, a Pnad Contínua é a principal pesquisa sobre o mercado de trabalho no Brasil, abrangendo 211 mil domicílios em 3.500 municípios visitados a cada trimestre.

Aproximadamente 2 mil entrevistadores trabalham nessa pesquisa, que é integrada às mais de 500 agências do IBGE em todo o país.

A partir de 17 de março de 2020, devido à pandemia da covid-19, o IBGE passou a realizar a coleta de dados da pesquisa por telefone. Em julho de 2021, retornou ao formato presencial.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:carteira assinadaemprego informalMercado de TrabalhoPNAD Contínuatrabalho informal
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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