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Mulheres lideram apoio mútuo em carreiras femininas

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
1 mês atrás
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As mulheres são as principais incentivadoras do desenvolvimento profissional de outras mulheres, revela pesquisa exclusiva realizada pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados e a Todas Group. Quatro em cada dez entrevistadas (41%) afirmaram ter auxílio preferencialmente feminino para avançarem nas trajetórias profissionais.

O estudo entrevistou 1.534 mulheres em funções de liderança em todo o território nacional.

Já 29% relataram ter recebido ajuda tanto de homens quanto de mulheres. Outras 13% afirmaram não ter recebido auxílio significativo na carreira e apenas 3% não conseguiram discernir se foram respaldadas por mulheres ou homens.

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A percepção varia de acordo com a faixa etária e setor de atuação. No grupo de 25 a 40 anos, é mais evidente a percepção de que a carreira foi impulsionada por outras mulheres, atingindo 48%. Também é mais acentuada nos segmentos de marketing, publicidade e comunicação (56%) e educação e treinamento corporativo (53%).

Já entre aquelas que afirmaram ter recebido apoio primordialmente de homens, os percentuais são mais elevados entre aquelas em posições de presidente, vice-presidente, CEO ou sócia (20%) e diretora ou líder de área (18%). O índice também é acima da média entre aquelas com idades entre 41 e 59 anos (18%).

“Não adianta nós mulheres estarmos qualificadas, se você não tem uma rede e uma aliança sólida por trás de você que a ajude a evoluir”, destaca a CEO da Todas Group, Simone Murata.

Simone lidera a organização que oferece consultoria a empresas interessadas em promover lideranças femininas. Para ela, a pesquisa destaca o papel das mulheres na ascensão de outras mulheres.

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“Quando uma progredir, todas progridem. Essa é a força da mulher. A partir do momento em que você está em uma posição privilegiada, você colabora com essa mulher a avançar. O primeiro resultado nessa pesquisa é sobre isso”, salienta.

Abdicações

Freepik

O estudo também investigou quais são os principais sacrifícios que uma mulher faz para progredir profissionalmente. Entre as entrevistadas, três em cada quatro (74%) precisaram renunciar ao autocuidado, que envolve saúde física e passatempos.

As outras áreas da vida mais sacrificadas em prol da carreira foram o tempo com a família (53%) e a saúde emocional (53%). A renúncia ao lazer foi mencionada por 37% e a maternidade ou o desejo de ter filhos por uma em cada quatro entrevistadas.

“Quando a gente se coloca nessa lista de prioridades, fica lá embaixo. Eu [mulher] não abro mão dos meus filhos, não abro mão de entregas do meu trabalho, não abro mão de cuidar dos meus amigos”, analisa Simone.

Conforme dados do Ministério da Saúde, os atendimentos relacionados à Síndrome de Burnout (esgotamento profissional) cresceram 54% entre as mulheres em 2023 no Sistema Único de Saúde (SUS), em comparação a 2024. Os números superam os casos entre homens.

Transformações no mercado

A avaliação das renúncias feitas ao longo da carreira também varia de acordo com a faixa etária. Entre as mais jovens (18 a 24 anos), as maiores perdas foram na vida social e no lazer (50%) e em relacionamentos amorosos (32%). Entre as que têm entre 25 e 40 anos, a maioria destacou que abriu mão da saúde emocional (58%). Já entre as mais velhas, o tempo com a família foi o maior sacrifício feito para avançar na carreira, apontado por 60%.

Simone avalia que as diferentes percepções para cada faixa etária têm relação com as mudanças no mercado de trabalho e o aumento da participação feminina em cargos de liderança.

“Há 20 anos, se cobrava ainda mais da mulher, ela tinha que se provar muito mais. As concessões que essa mulher, que hoje tem 50 anos, teve que fazer, são superiores às dessa geração que está ingressando agora”, afirma.

Ela acredita que, à medida que avançam, há menos necessidade de “se provar o tempo todo”.

“A ascensão feminina precisa ser equilibrada para que o trabalho seja sempre nosso motor de satisfação”, acredita.

Estímulo

Denise Hamano, 43 anos, trabalhou por mais de 15 anos na área de tecnologia, historicamente dominada por homens. Há seis anos, é uma das líderes femininas da rede de varejo Magalu. Junto com a presidente do Conselho de Administração da companhia, Luiza Helena Trajano, criou uma comunidade de mulheres de negócio dentro do grupo.

A comunidade reúne mais de 3 mil mulheres empreendedoras, lojistas da Magalu, que se apoiam para promover seus respectivos negócios.

“Elas estão ali oferecendo sugestões uma para outra de como vender mais seu produto. Temos um programa de mentoria dentro da comunidade, no qual as próprias integrantes se inscrevem para serem mentoras ou mentoradas. Totalmente gratuito”, explica.

Uma pesquisa entre as participantes do grupo, que vendiam dentro do Magalu Marketplace, mostrou que a maior dificuldade apontada por elas para o crescimento do negócio foi a tripla jornada de trabalho.

“Fizemos diversos grupos focais, com vendedoras de todo o Brasil, e a maior dificuldade que tinham no cotidiano era dar conta da casa, do negócio, dos filhos, ou cuidar de algum parente”, relata. Nesse contexto, o descanso, o autocuidado ou mesmo o aperfeiçoamento profissional ficam em segundo plano.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:direitos das mulheresliderança femininaMercado de TrabalhoNexus
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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