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Expectativa do mercado: corte de 0,25 ponto na Selic essa semana

Gabriel Aires
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
3 semanas atrás
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O Colegiado de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) terá mais uma reunião nesta semana para deliberar acerca da taxa oficial de juros, a Selic, e a previsão do mercado financeiro é de uma redução de 0,25 ponto percentual, resultando em 14,75% ao ano. As projeções constam no boletim Focus do presente dia, publicação periódica do BC que reúne as previsões de instituições financeiras relativas aos principais indicadores econômicos.

A Selic, estabelecida atualmente em 15% ao ano, desempenha a função primordial na consecução da meta inflacionária por parte do órgão. Ainda que a inflação e o câmbio tenham manifestado recuos, o Colegiado de Política Monetária tem mantido inalteradas as taxas por cinco ocasiões consecutivas na reunião passada, em meados de janeiro.

A taxa atual encontra-se no seu patamar mais elevado desde julho de 2006, quando alcançou 15,25% ao ano. Em termo de ata, o conselho assegurou que planeja dar início a uma redução nas taxas na reunião a ocorrer em março, agendada para os dias de terça-feira (17) e quarta-feira (18), desde que a inflação permaneça sob controle e o panorâma econômico não apresente surpresas. Contudo, os juros deverão ser mantidos em níveis restritivos.

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Na última semana, os agentes do mercado estimavam um corte de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, entretanto, o aumento nas expectativas de inflação alterou esse cenário. Dentre os motivos desse redirecionamento destaca-se o impacto econômico dos confrontos no Irã, que resultou no aumento do preço do petróleo exercendo pressão na inflação futura.

De modo análogo, a previsão dos analistas de mercado para a taxa Selic básica, até o término de 2026, foi ajustada neste relatório do boletim Focus, com a perspectiva de redução passando de 12,13% ao ano para 12,25% ao ano. Para os anos de 2027 e 2028, aguarda-se que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em relação a 2029, prevê-se que a taxa atinja 9,5% ao ano.

Quando ocorre o acréscimo da taxa Selic pelo Copom, visa-se conter a demanda aquecida; este movimento repercute nos preços, dado que as maiores taxas de juros encarecem o crédito e promovem a poupança. Desse modo, as taxas mais elevadas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos levam em consideração, além da taxa Selic, outros fatores ao definir as taxas cobradas dos consumidores, tais como o risco de inadimplência, a margem de lucro e os custos administrativos.

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Quando a Taxa Selic é reduzida, é provável que o crédito se torne mais acessível, fomentando a produção e o consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Inflação

A estimativa do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – índice oficial de inflação do país – elevou-se de 3,91% para 4,1% em 2026. Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 3,8%. Já para os anos de 2028 e 2029, as previsões situam-se em 3,5%, ambos os anos.

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A despeito da elevação, a projeção para a variação de preços em 2026 mantém-se dentro da faixa da meta estipulada pelo BC. Fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

No mês de fevereiro, a alta nos preços dos transportes e da educação provocou um incremento na inflação oficial, que encerrou em 0,7%, um avanço em relação ao registrado em janeiro, 0,33%. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tal desempenho fez com que o IPCA acumulasse uma alta de 3,81% em 12 meses.

PIB e câmbio

A previsão das instituições financeiras para o crescimento econômico do Brasil neste ano oscilou de 1,82% para 1,83%. Para 2027, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) estabilizou em 1,8%. Para os anos de 2028 e 2029, o mercado financeiro antevê a expansão do PIB em 2% em ambos os anos.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 2,3% em 2025. Com crescimento em todos os setores, com destaque para a agropecuária, o resultado assinala o quinto ano consecutivo de expansão econômica.

Nesta edição do boletim Focus, a estimativa para o câmbio está em R$ 5,40 para o final deste ano. Para o término de 2027, projeta-se que a moeda norte-americana atinja R$ 5,47.

 

Fonte: Agência Brasil

TAGS:bcBoletim FocusInflaçãoPIB e câmbiotaxa Selic
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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