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Copom analisa impacto da guerra no petróleo em reunião crucial

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
2 semanas atrás
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Diante do aumento dos preços dos derivados de petróleo resultante do conflito no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) está realizando hoje (18) a sua segunda reunião anual. Apesar da elevação do petróleo, é a expectativa dos especialistas de mercado que o comitê opte por realizar o seu primeiro corte de juros em um intervalo de dois anos.

Atualmente fixada em 15% ao ano, a Selic atinge o maior patamar desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, houve um acréscimo de sete vezes na taxa, porém não houve modificações nas últimas quatro reuniões.

O anúncio acerca da Taxa Selic será feito no começo da noite nesta quarta-feira. A equipe do Copom estará incompleta, dado que o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, terminou no final de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva somente encaminhará as sugestões dos substitutos ao Congresso Nacional nas próximas semanas.

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Durante a reunião de janeiro, o Copom reafirmou a intenção de começar a reduzir a Selic em março. Contudo, o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã levantou questionamentos sobre a magnitude do corte, havendo instituições financeiras que cogitaram adiar a diminuição dos juros.

De acordo com a versão mais recente do boletim Focus, relatório semanal que consulta analistas do mercado financeiro, a expectativa é de uma diminuição de 0,25 ponto percentual na taxa básica, para 14,75% ao ano. Antes do início do conflito, previa-se um corte de 0,5 ponto.

 

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Navio-tanque no Estreito de Ormuz
21/12/2018
REUTERS/Hamad I Mohammed

Vaso-tanque no Estreito de Ormuz Reuters/Hamad I Mohammed/proibida reprodução

Inflação

A trajetória inflacionária permanece um mistério. O índice preliminar da inflação oficial, medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA), aumentou para 0,7% em fevereiro, influenciado pelos custos educacionais. Entretanto, caiu para 3,81% em 12 meses, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

Conforme o último boletim Focus, a projeção de inflação para 2026 subiu de 3,8% para 4,1% devido ao conflito no Oriente Médio. Isso representa uma inflação pouco inferior ao limite máximo da meta continuada estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5%, com a margem de tolerância de 1,5 ponto.

Taxa Selic

A taxa principal de juros é empregada nas transações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas econômicas. Ela constitui o principal mecanismo do Banco Central para manter a inflação sob controle.

O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – com o intuito de manter a taxa de juros próxima do valor estabelecido na reunião.

Ao elevar a taxa básica de juros, o Copom objetiva conter a demanda aquecida, o que reflete nos preços, uma vez que os juros mais elevados encarecem o crédito e incentivam a poupança.

Nesse sentido, taxas de juros mais altas também podem dificultar a expansão econômica. Contudo, além da Selic, os bancos analisam outros elementos ao determinar as taxas cobradas dos consumidores, tais como o risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, é possível que o crédito se torne mais acessível, incentivando a produção e o consumo, aliviando o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom se reúne a cada 45 dias. No primeiro dia da reunião, são apresentadas análises técnicas sobre a evolução e perspectivas das economias nacional e global, e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os integrantes do Copom, composto pela diretoria do BC, avaliam as opções e definem a Selic.

Meta contínua

Segundo o novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta inflacionária a ser alcançada pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,5% e o superior de 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta é apurada mês a mês, levando em consideração a inflação acumulada em 12 meses. Em março de 2026, a inflação desde abril de 2025 é confrontada com a meta e a margem de tolerância.

Em abril de 2026, o processo se repete, com apuração a partir de maio de 2025. Assim, a verificação se desloca ao longo do tempo, não se restringindo mais a um índice fechado em dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, apresentado no final de dezembro pelo Banco Central, foi mantida a previsão de que o IPCA finalize 2026 em 3,5%, porém a estimativa deverá ser revisada. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no final de março.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:banco centralCopomjurostaxa Selic
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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