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BC corta taxa de juros para 14,75% ao ano: entenda!

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
2 semanas atrás
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Apesar das pressões em relação ao conflito no Oriente Médio, o Banco Central (BC) diminuiu os juros pela primeira vez em quase dois anos.

De maneira unânime, o Comitê de Política Monetária (Copom) baixou a Taxa Selic, juros fundamentais da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A determinação era prevista pelo mercado financeiro.

No pronunciamento, o Copom declarou que a ampliação das incertezas derivadas do confronto no Oriente Médio demanda mais prudência. O BC não excluiu a possibilidade de reavaliar o ciclo de queda, se necessário.

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“O Comitê reitera tranquilidade e precaução na gestão da política monetária, de modo que as próximas etapas do processo de ajuste da taxa básica de juros possam incorporar novos dados que melhorem a clareza sobre a profundidade e a amplitude dos embates no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo”, enfatizou o texto.

A partir de junho do ano passado, a Selic se encontrava em 15% ao ano. A última vez que o Copom havia reduzido os juros fora em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a subir, atingindo os atuais 15%.

Inflação

A Selic representa o principal instrumento do Banco Central para manter controlada a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em fevereiro, o IPCA acelerou para 0,7%, influenciado pelas mensalidades escolares. Apesar do aumento, o indicador ficou em 3,81% no acumulado de 12 meses, abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

No novo método de objetivo permanente, em vigor desde janeiro deste ano, o objetivo de inflação a ser perseguido pelo BC, estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Em outras palavras, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

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No sistema de objetivo permanente, a meta passa a ser calculada mês a mês, levando em consideração a inflação acumulada em 12 meses.

Em março de 2026, é feita a comparação entre a inflação desde abril de 2025 e a meta, juntamente com a margem de tolerância. Em abril de 2026, o processo se repete, com a apuração a partir de maio de 2025. Dessa forma, a avaliação se desloca ao longo do tempo, não se restringindo mais ao índice encerrado em dezembro de cada ano.

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No mais recente Relatório de Política Monetária, divulgado no final de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária reduziu para 3,5% a previsão do IPCA para 2026, porém a estimativa será revisada, devido à evolução do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no final de março.

As expectativas do mercado estão menos positivas. Conforme o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá encerrar o ano em 4,1%, abaixo do limite máximo da meta. Um mês atrás, antes do início do confronto no Oriente Médio, as projeções do mercado estavam em 3,95%.

Crédito mais acessível

A redução da Taxa Selic impulsiona a atividade econômica. Isso ocorre porque os juros menores tornam mais barato o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No recente Relatório de Política Monetária, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento econômico em 2026.

O mercado prevê um crescimento um pouco superior. Conforme a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos projetam expansão de 1,83% do PIB em 2026.

A Taxa Selic é utilizada nas transações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao aumentá-la, o Banco Central freia o excesso de demanda que pressiona os preços, visto que juros mais elevados encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao diminuir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, porém enfraquece o controle da inflação. Para reduzir a Selic, a autoridade monetária precisa ter certeza de que os preços estão controlados e não apresentam risco de elevação.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:banco centralCopomSelictaxa básica de jurostaxa Selic
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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