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Déficit primário pode atingir R$ 59,8 bi com precatórios

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
2 semanas atrás
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O aumento dos gastos compulsórios provocou uma elevação na projeção total do déficit primário para 2026, passando de R$ 29,5 bilhões para R$ 59,8 bilhões. As projeções estão registradas no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, encaminhado ao Congresso Nacional nesta terça-feira (24).

O déficit primário é a expressão negativa das finanças do governo sem incluir o pagamento dos juros da dívida pública.

A projeção contempla os precatórios, que estão fora da meta fiscal até 2026 conforme acordo estabelecido em 2023 com o Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, há alguns dispêndios com defesa, saúde e educação que não estão dentro da meta fiscal.

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Ao somar os precatórios e as despesas não contempladas pelo arcabouço fiscal, a estimativa de gastos exclusos da meta de resultado primário alcança R$ 59,8 bilhões.

A projeção do déficit primário total tem implicações diretas no endividamento do governo.

Ao retirar os precatórios e as exceções do arcabouço fiscal, entretanto, o governo espera atingir um superávit primário de R$ 3,5 bilhões.

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O superávit primário representa a economia de recursos do governo para efetuar o pagamento dos juros da dívida pública.

Devido a essa previsão de superávit, não houve contingenciamento de verbas no Orçamento deste ano.

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Os ministérios da Fazenda e do Planejamento apenas bloquearam R$ 1,6 bilhão. Esse bloqueio é necessário para cumprir os limites de gastos do arcabouço fiscal, porém não está relacionado à meta de resultado primário.

Receitas e despesas

O relatório bimestral estima uma redução de R$ 13,7 bilhões nas receitas líquidas em comparação com o valor aprovado no Orçamento de 2026.

A diminuição seria mais significativa se não fosse o aumento de R$ 16,7 bilhões nas previsões de royalties, devido à elevação do preço do petróleo após o início do conflito no Oriente Médio.

A equipe econômica também prevê um acréscimo de R$ 23,3 bilhões nas despesas totais. Deste montante, R$ 18,9 bilhões correspondem a despesas obrigatórias e R$ 4,4 bilhões a despesas discricionárias (não obrigatórias).

No que se refere às despesas, os principais fatores que impactaram o aumento foram os créditos extraordinários, com elevação de R$ 15,9 bilhões em relação ao aprovado no Orçamento.

Também influenciaram a alta de R$ 1,6 bilhão nos benefícios da Previdência Social e de R$ 1,9 bilhão no Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Já em relação às receitas, os principais fatores foram a redução de R$ 13,5 bilhões na Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Confins) e de R$ 6,8 bilhões no Imposto de Importação.

No caso das tarifas de importação, a diferença se deve à queda do dólar em relação ao valor previsto no Orçamento original.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:DéficitDespesas do governoorçamento 2026Receitas do governosuperávit
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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