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Impacto dos juros do cartão de crédito nas famílias em fevereiro

Gabriel Aires
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Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
2 dias atrás
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A taxa média de juros aplicada pelos bancos aumentou para as famílias em fevereiro, com o cartão de crédito rotativo tendo mais impacto financeiro. Segundo as Estatísticas de Crédito e Monetárias, divulgadas neste segundo dia da semana (30) pelo Banco Central (BC), a média das taxas de empréstimos livres para pessoas físicas teve crescimento de 1 ponto percentual (p.p.) no mês e de 5,4 p.p. em um ano, chegando a 62% ao ano.

O que se destacou em fevereiro foi o aumento de 11,4 p.p. na taxa do crédito rotativo do cartão, atingindo 435,9% anualmente. Essa modalidade está entre as mais caras do mercado.

Mesmo com a restrição da cobrança dos juros do rotativo – em vigor a partir de janeiro de 2024 – as taxas permanecem variando sem uma queda significativa ao longo dos meses. Isso ocorre porque a medida busca diminuir o endividamento, mas não influencia a taxa de juros acordada na contratação do crédito.

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No período de 12 meses encerrado em fevereiro, os juros do crédito rotativo do cartão registraram redução de 16,7 p.p. para as famílias. O crédito rotativo dura 30 dias e é solicitado pelo consumidor quando não paga o valor total da fatura do cartão de crédito. Ou seja, ele contrai um empréstimo e passa a arcar com juros sobre o valor que não quitou.

Após os 30 dias, os bancos parcelam a dívida do cartão de crédito. Nesse caso de parcelamento do cartão, os juros aumentaram 5,3 p.p. no mês e 16,9 p.p. em 12 meses, chegando a 200,2% anualmente.

No segmento de operações com empresas, as taxas médias nas novas concessões de crédito livre recuaram 0,1 p.p. no mês e aumentaram 1,1 p.p. em 12 meses, atingindo 24,9%. Destaca-se, nesse contexto, a queda mensal de 3,1 p.p. e de 1,8 p.p. em um ano na média das taxas de juros das operações de capital de giro com prazo até 365 dias, que alcançou 22,5% ao ano.

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Influenciou nesse desfecho a diminuição da média das taxas de juros do capital de giro com prazo abaixo de 365 dias (-3,1%).

No crédito livre, os bancos possuem liberdade para emprestar os recursos captados no mercado e estabelecer as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado – com normas definidas pelo governo – é direcionado principalmente aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.

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No crédito direcionado, a taxa para pessoas físicas ficou em 10,8% ao ano em fevereiro, com redução de 0,3 p.p. em relação a janeiro e aumento de 0,3 p.p. em 12 meses. Para as empresas, a taxa subiu 0,2 p.p. no mês e 1,1 p.p. em 12 meses, atingindo 13,2% anualmente.

 Elevação nas taxas de juros

Dessa forma, considerando recursos livres e direcionados, para famílias e empresas, a média das taxas de juros nas concessões em fevereiro aumentou 0,3 p.p. no mês e 2,6 p.p. em 12 meses, chegando a 33% ao ano.

Conforme esperado, o aumento das taxas bancárias acompanha o ciclo de elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic, fixada em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. A Selic é o principal recurso usado pelo Banco Central para controlar a inflação.

De setembro de 2024 a junho de 2025, a Selic foi aumentada sete vezes consecutivas, mas não sofreu alteração nas cinco reuniões subsequentes do Copom. Após esse período prolongado de manutenção da taxa em 15% ao ano, observou-se indícios de início de um ciclo de diminuição e a Selic foi reduzida em 0,25 p.p. na última reunião, neste mês.

No entanto, diante das incertezas geradas pelo conflito no Oriente Médio, o BC não exclui a possibilidade de rever o ciclo de queda, se necessário. A próxima reunião do Copom para definir a Selic será em abril.

Ao elevar a taxa, o BC procura desacelerar a demanda e controlar a inflação, já que os juros mais elevados encarecem o crédito e incentivam a poupança, levando as pessoas a consumirem menos e os preços a caírem.

Assim como os juros, o spread bancário registrou aumento de 0,5 p.p. no mês e 2,8 p.p. em 12 meses. Esse indicador mede a diferença entre o custo de captação dos recursos pelos bancos e as taxas médias cobradas dos clientes. O spread é uma margem que engloba despesas operacionais, riscos de inadimplência, impostos e outros custos, resultando, portanto, no lucro dos bancos.

Crescimento no volume

Em fevereiro, as concessões de crédito atingiram R$ 602,3 bilhões. Nas séries ajustadas sazonalmente, houve uma queda de 0,5% no mês, com redução de 1,9% nas operações com empresas e aumento de 0,3% com as famílias.

Em 12 meses, as concessões nominais cresceram 8,2%, com elevações de 8,1% nas operações com empresas e de 8,3% com pessoas físicas.

Dessa forma, o total de todos os empréstimos concedidos pelos bancos do Sistema Financeiro Nacional (SFN) atingiu R$ 7,145 trilhões, um crescimento de 0,4% em relação a janeiro. Essa variação resultou do aumento de 0,6% na carteira de crédito para famílias e da estabilidade no crédito para empresas, cujos saldos encerraram o mês em R$ 4,491 trilhões e R$ 2,653 trilhões, respectivamente.

O crédito expandido ao setor não financeiro – que engloba o crédito disponibilizado para empresas, famílias e governos, independente da fonte (bancária, mercado de títulos ou dívida externa) – atingiu R$ 21,043 trilhões, com aumento de 1,1% no mês, refletindo principalmente o acréscimo de 2% nos títulos públicos e privados de dívida.

Em 12 meses, o crédito expandido cresceu 11,8%, com avanços nos títulos públicos de dívida (17,2%), nos empréstimos do SFN (9,5%) e nos títulos privados de dívida (18,5%).

Endividamento das famílias

De acordo com o Banco Central, a inadimplência – atrasos acima de 90 dias – aumentou 0,2 p.p. no mês e 1 p.p. em 12 meses, atingindo 4,3% em fevereiro, sendo 5,2% nas operações com pessoas físicas e 2,6% com pessoas jurídicas.

O endividamento das famílias – relação entre o saldo das dívidas e a renda acumulada em 12 meses – ficou em 49,7% em janeiro, com estabilidade no mês e aumento de 1,1% em 12 meses. Excluindo o financiamento imobiliário, que representa uma parcela considerável da renda, o endividamento foi de 31,3% no início do ano.

O comprometimento da renda – relação entre o valor médio destinado ao pagamento das dívidas e a renda média apurada no período – alcançou 29,3% em janeiro, com aumento de 0,1% em relação ao mês anterior e de 1,6% em 12 meses.

O endividamento e o comprometimento da renda são indicadores com um grau maior de defasagem temporal, uma vez que o Banco Central utiliza dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: Agência Brasil

TAGS:banco centralbccartão de créditocrédito rotativoTaxa de Juros
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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