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ANP autua 11 por suspeita de preços abusivos em fiscalização

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
2 semanas atrás
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Dez empresas de distribuição e um fornecedor em grande quantidade foram multados pela ANP por cobrança excessiva na venda de combustíveis. O desfecho é o resultado da semana inaugural de inspeções após a promulgação da Medida Provisória (MP) 1.340, que eleva a punição para essa conduta.

Entre segunda-feira (16) e sexta-feira (20) da semana anterior, a ANP verificou 154 estabelecimentos, incluindo 128 postos de combustível, 24 empresas de distribuição e dois postos flutuantes, em mais de 50 municípios em 11 estados e no Distrito Federal. O esclarecimento das operações foi divulgado hoje, terça-feira (24).

As inspeções foram conduzidas em conformidade com a MP 1.340, que intensifica as sanções da Lei de Abastecimento Nacional de Combustíveis para práticas de elevação abusiva de preços ou recusa de disponibilização de combustíveis, com multas de R$ 50 mil a R$ 500 milhões, variando de acordo com a gravidade e o porte do infrator.

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A ANP colaborou com um grupo interno que incluiu representantes da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Polícia Federal e órgãos de proteção ao consumidor nos níveis federal, estadual e municipal.

Variação de preços

Em um dos registros de infração, a ANP observou que o estabelecimento em Duque de Caxias, região metropolitana do Rio de Janeiro, mostrou um “descolamento significativo entre a alteração dos custos e os valores praticados, indicando um aumento expressivo da margem bruta da distribuidora”.

No decorrer das apurações, a entidade reguladora subordinada ao Ministério de Minas e Energia (MME) recolheu informações de preços e faturas de compra dos combustíveis. Os dados serão analisados e podem resultar em novas autuações e procedimentos administrativos.

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Além das multas por suspeita de práticas de preços excessivos, a ANP advertiu 30 estabelecimentos por variadas irregularidades. Nove foram fechados temporariamente.

Tramitação administrativa

A ANP esclarece que os estabelecimentos autuados enfrentam um processo administrativo, no qual têm o direito de se defender amplamente, conforme estabelecido por lei. As possíveis sanções só são aplicadas em caso de condenação ao término do processo.

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Registro de denúncias sobre irregularidades no mercado de combustíveis pode ser realizado à agência reguladora por meio do número 0800 970 0267 (chamada gratuita) ou do FalaBR, ferramenta integrada de ouvidoria e acesso a informações da Controladoria-Geral da União (CGU).

Gestão

Essa força-tarefa é uma das iniciativas do governo para conter o aumento dos preços do óleo diesel, que se intensificou após os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, iniciados em 28 de fevereiro.

Conforme o Painel da ANP para monitoramento de preços, o preço do litro do diesel S10 (menos poluente) entre os dias 1º e 15 (informações mais recentes da ANP) de março subiu de R$ 6,15 para R$ 7,35, um aumento de quase 20%.

Outra medida adotada pelo governo federal foi a isenção de dois impostos federais (PIS e Cofins) que incidem sobre o óleo diesel. Esse é o combustível que mais sofre os impactos do cenário internacional, já que o Brasil importa cerca de 30% do diesel que consome.

O governo também está negociando a subvenção às empresas (um tipo de reembolso) de R$ 0,32 para cada litro de diesel produzido ou importado.

Na sexta-feira passada (20), o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, denominou como “banditismo” o aumento abusivo do diesel e mencionou que a MP 1.340 integra o diálogo com os caminhoneiros para evitar um eventual bloqueio do setor. O diesel é o principal combustível usado pelos caminhões.

Óleo e conflito

No Oriente Médio, uma das formas de retaliação do Irã inclui ataques a nações vizinhas produtoras de petróleo e o bloqueio do Estreito de Ormuz, uma passagem marítima entre os golfos Pérsico e Omã, ao sul do Irã. Por ali transita 20% da produção global de petróleo e gás.

A agitação na região pressiona a disponibilidade de petróleo no mercado internacional, elevando assim os preços. O Irã chegou a fazer um alerta global sobre a possibilidade de o petróleo atingir US$ 200 por barril.

No Brasil, a Petrobras chegou a elevar o preço do óleo diesel em R$ 0,38 em 14 de março, porém, conforme a presidente da estatal, Magda Chambriard, o aumento nos postos foi amenizado pela isenção de impostos feita pelo governo federal.

O Executivo propôs também aos estados a abolição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre o diesel importado.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:ANPCombustíveisConflito no Oriente MédiodieselPetróleo
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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