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BC reduz Selic em março, mas mantém postura restritiva nos juros

Uélinton Morelli
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Uélinton Morelli
PorUélinton Morelli
Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
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Última atualização: 2026/02/06
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O Banco Central (BC) confirmou que irá iniciar a diminuição dos juros durante a próxima assembléia do Comitê de Política Monetária (Copom), em março. Contudo, a autarquia não revelou a extensão do corte e enfatizou que os juros permanecerão em patamares restritivos.

Conteúdo
  • Resistência
  • Cenários

As informações constam na ata da reunião do Copom da semana anterior, tornada pública nesta terça-feira (3). Naquele momento, o grupo decidiu manter a taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano, pela quinta ocasião consecutiva.

“Diante de uma inflação mais baixa e uma transmissão mais clara da política monetária [efeito da Selic na redução da inflação], o plano envolve ajustes no nível de juros. O Comitê planeja, se o cenário esperado se confirmar, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém mantendo a restrição apropriada para garantir a convergência da inflação para a meta”, afirma a ata.

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“A adesão à meta requer moderação quanto à velocidade e à extensão do ciclo, que serão determinadas pela evolução de variáveis que proporcionem maior confiança no alcance da meta de inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária”, declarou o BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Em outras palavras, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%. Para este ano, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – índice oficial da inflação no país – está em 3,99%, situando-se assim dentro da meta estabelecida.

A taxa Selic encontra-se no patamar mais elevado desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. A Selic é o principal instrumento usado pelo BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom eleva a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida; tal medida repercute nos preços, pois os juros mais altos encarecem o crédito e incentivam a poupança. Porém, taxas mais elevadas também podem dificultar a expansão da economia.

“O panorama atual, caracterizado por grande incerteza, requer prudência na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em andamento tem se mostrado apropriada para garantir a convergência da inflação para a meta”, informa a ata.

Resistência

Segundo a autarquia, a manutenção dos juros ainda em níveis restritivos se deve à resistência de alguns fatores que pressionam preços “tanto correntemente quanto futuramente”, em especial a dinâmica ainda vigorosa observada no mercado de trabalho. Ainda assim, o BC acrescenta que a atividade econômica interna prosseguiu em uma trajetória de desaceleração no crescimento, atuando acima de seu potencial de expansão sem gerar pressões inflacionárias.

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“Recentemente, a taxa de desemprego permaneceu em níveis historicamente baixos enquanto os rendimentos reais médios continuaram a aumentar acima da produtividade do trabalho. O Comitê segue atento às discussões acerca das dimensões presentes e estruturais do mercado de trabalho, destacando a importância dessa análise para a compreensão dos padrões de transmissão dos níveis de emprego para os rendimentos do trabalho e, por fim, para os preços dos diversos setores econômicos”, comunica a ata.

“A desaceleração e a própria heterogeneidade nos percursos de crescimento entre diferentes setores e mercados são condizentes com a política monetária atual. Mercados mais suscetíveis às condições financeiras apresentam maior desaceleração, enquanto mercados mais sensíveis à renda demonstram maior resistência”, esclareceu o BC.

Para o mercado financeiro, de acordo com a última publicação do boletim Focus, a Selic deverá ser reduzida para 14,5% ao ano na próxima reunião do Copom, em março, e alcançar 12,25% ao ano até o final de 2026.

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Cenários

Para o BC, o contexto externo ainda permanece incerto devido ao cenário e à política econômica nos Estados Unidos, com impactos nas condições financeiras globais. “Essa situação requer prudência por parte dos países emergentes em um ambiente marcado por tensões geopolíticas”, menciona a ata.

Sobre o cenário interno, a ata do Copom ressalta que a saúde das contas públicas também é crucial para o sucesso do controle da inflação. Segundo o BC, a política fiscal não apenas estimula a demanda a curto prazo, mas molda a confiança dos investidores na sustentabilidade da dívida brasileira.

O Copom enfatizou que uma política fiscal anticíclica — aquela que contribui para equilibrar a economia em momentos de euforia ou contração — é essencial para reduzir o “prêmio de risco”. Quando o mercado percebe incertezas em relação ao pagamento da dívida pública, exige juros mais altos para emprestar recursos ao país.

“O Comitê reiterou a visão de que a diminuição no esforço de promover reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento do crédito direcionado e as incertezas quanto à estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos prejudiciais sobre a eficácia da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade. O Comitê permanece firmemente convicto de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas”, revela a ata.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:bcCopomcorte da Selicjuros restritivos
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Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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