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BC revela aumento de juros para famílias e empresas em janeiro

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
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Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
1 mês atrás
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Os juros regulares para as famílias e negócios continuaram aumentando em janeiro deste ano. Para os indivíduos físicos, a taxa comum de juros alcançou 61% por ano, com acréscimos de 0,9 ponto percentual (p.p.), no mês, e de 6,7 p.p., em 12 meses, de acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito, anunciadas nesta quarta-feira (25), pelo Banco Central (BC).

Um dos ponto forte é a elevação da taxa das operações de cartão de crédito parcelado, com aumento de 6,8 p.p., no mês, e de 17,7 p.p., em 12 meses, chegando a 194,9% por ano.

Depois de 30 dias utilizando o crédito rotativo, as instituições financeiras dividem a dívida do cartão de crédito usando essa modalidade de juros.

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Ainda assim, a carteira de cartão de crédito rotativo ainda opera com as taxas mais elevadas do mercado. Apesar da queda de 13,7 p.p., no mês, e de 26,3 p.p., em 12 meses, a taxa do cartão rotativo permaneceu em 424,5% ao ano em janeiro.

O crédito rotativo dura 30 dias e é adquirido pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão de crédito. Ou seja, contrai um empréstimo e começa a pagar juros sobre o valor que não conseguiu quitar.

Outros destaques nas operações para indivíduos físicos, em janeiro, são os aumentos nas taxas de crédito pessoal não consignado (1,5 p.p.), financiamento para compra de veículos (1,3 p.p.) e crédito pessoal consignado para trabalhadores do setor privado (1,2 p.p.).

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No caso das operações com companhias, a taxa normal ficou em 25,2% por ano no término de janeiro, com elevação de 1,6 p.p., no mês, e 1,1 p.p., em 12 meses.

Em janeiro, esse desempenho foi influenciado, principalmente, pelo aumento sazonal das taxas médias de desconto de duplicatas e outros recebíveis (0,9 p.p.) e pelo incremento de outras modalidades, como capital de giro com prazo superior a 365 dias (1,8 p.p.), cheque especial (25,9 p.p.) e cartão rotativo (63,9 p.p.).

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Essas são as taxas no crédito livre, onde os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes.

Já o crédito direcionado ─ com regras estabelecidas pelo governo ─ é destinado principalmente aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.

No caso do crédito direcionado, a taxa comum para pessoas físicas ficou em 11,2% por ano, estável no mês e com diminuição de 0,1 p.p., em 12 meses. Para companhias, os juros subiram 0,8 p.p., no mês, e desceram 0,7 p.p., em 12 meses, para 13% por ano.

 

cartões de crédito

Crédito rotativo do cartão de crédito continua a ter a maior taxa do mercado financeiro – Arquivo Agência Brasil

Juros em elevação

Considerando recursos livres e direcionados, a taxa normal de juros das novas contratações de crédito atingiu, em janeiro de 2026, a 32,8% por ano, para famílias e empresas. Houve aumento de 0,7 p.p., no mês, e de 2,9 p.p., em 12 meses.

Conforme esperado, o aumento dos juros bancários segue o ciclo de elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic, manejada em 15% por ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. A Selic é o principal instrumento utilizado pelo Banco Central para controlar a inflação.

Já o spread bancário das novas contratações situou-se em 21,9 p.p., com acréscimo de 0,8 p.p., no mês, e de 3,5 p.p., em 12 meses. Esse termo refere-se à diferença entre o custo de captação dos recursos pelos bancos e as taxas médias cobradas dos clientes. O spread é uma margem que cobre despesas operacionais, riscos de inadimplência, impostos e outros gastos e resulta, assim, no lucro dos bancos.

Situação do crédito

No mês passado, as concessões de crédito atingiram R$ 651,5 bilhões, fruto de um aumento de 1,5% no mês, com ajuste sazonal. Houve elevações de 2,2% nas operações com pessoas jurídicas e de 1,6% nas operações firmadas com pessoas físicas.

No acumulado em 12 meses até janeiro de 2026, as concessões nominais variaram 9,4%, sendo 9,7% nas operações com empresas e 9,1% com famílias.

As carteiras de crédito para empresas e famílias, respectivamente, fecharam o mês com saldos de R$ 2,654 trilhões e de R$ 4,460 trilhões, nessa ordem.

Em contrapartida, o crédito ampliado ao setor não financeiro ─ que é o crédito disponível para empresas, famílias e governos, independentemente da fonte (bancária, mercado de títulos ou dívida externa) ─ atingiu R$ 20,812 trilhões.

Endividamento das famílias

Segundo os dados do Banco Central, a inadimplência também está em alta e foi de 4,2% em janeiro. São considerados, nesse cenário, os atrasos acima de 90 dias nos pagamentos.

O endividamento das famílias chegou a 49,7% em dezembro do ano anterior, encerrando 2025 com aumento de 1,3 p.p. no ano. Esse dado considera a relação entre o saldo das dívidas e a renda familiar acumulada em 12 meses.

Já o comprometimento da renda ─ relação entre o montante médio a ser pago em dívidas e a renda média apurada no período ─ foi de 29,2% em dezembro, com aumento de 1,7 p.p. no ano.

O endividamento e comprometimento de renda são índices divulgados com maior intervalo de tempo, uma vez que o Banco Central utiliza informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: Agência Brasil

TAGS:banco centralcartão de créditocrédito rotativoendividamentoTaxa de Juros
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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