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Déficit Primário do Governo Central Atinge R$ 61,7 Bilhões

Uélinton Morelli
Por
Uélinton Morelli
PorUélinton Morelli
Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
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Última atualização: 2026/02/02
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Devido ao aumento dos custos obrigatórios, como Previdência Social e Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Governo Central – composto pelo Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – finalizou 2025 com um déficit primário de R$ 61,69 bilhões, representando 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB, total de bens e serviços produzidos no Brasil).

Conteúdo
  • Meta fiscal
  • Receitas e despesas

Este dado foi apresentado nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, juntamente com os resultados do mês de dezembro. No último mês do ano, foi registrado um superávit primário de R$ 22,1 bilhões.

“O resultado [do ano] englobou um superávit de R$ 255,5 bilhões provenientes do Tesouro Nacional e do Banco Central, contrabalançado por um déficit de R$ 317,2 bilhões na Previdência Social (RGPS). Em termos reais, a receita líquida teve um aumento de 2,8% (R$ 64,3 bilhões), enquanto os gastos subiram 3,4% (R$ 79,1 bilhões)”, esclareceu o Tesouro Nacional.

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O déficit anual apresentou um crescimento real (ajustado pela inflação) de 32,3% em relação a 2024, quando o déficit primário foi de R$ 42,92 bilhões (0,36% do PIB), impulsionado pelos gastos relacionados às enchentes no Rio Grande do Sul e pelo aumento dos custos obrigatórios da Previdência Social e BPC.

O resultado do ano anterior superou as expectativas das instituições financeiras. De acordo com a pesquisa Prisma Fiscal, publicada mensalmente pelo Ministério da Fazenda, os analistas do mercado previam um resultado negativo de R$ 68,21 bilhões para 2025.

Meta fiscal

O resultado primário corresponde à diferença entre receitas e despesas, excluindo o pagamento de juros da dívida pública. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano e o novo arcabouço fiscal definem a meta de déficit primário em zero, com uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto, tanto acima quanto abaixo, para o Governo Central. No limite inferior da meta, isso representa um déficit de até R$ 31 bilhões.

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Levando em conta apenas os gastos abrangidos pelo arcabouço fiscal, o déficit primário alcançou R$ 13 bilhões (0,1% do PIB). Ou seja, R$ 48,68 bilhões em compensações autorizadas, como o pagamento de precatórios excedentes, ressarcimentos referentes a descontos indevidos de benefícios previdenciários, despesas temporárias em educação e saúde, e gastos em projetos estratégicos de defesa, estão excluídos da meta.

O déficit de 2025 poderia ter sido ainda mais elevado se não fosse o empoçamento de R$ 8 bilhões, que se refere a recursos empenhados (já autorizados) e que não puderam ser utilizados pelo governo, como emendas impositivas ou gastos atrelados que não podem ser transferidos dentro do mesmo ministério.

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Quanto à receita, a arrecadação recorde de 2025 impediu um déficit ainda maior.

Receitas e despesas

Durante o ano de 2025, os principais destaques no crescimento das receitas foram:

  •  R$ 43,56 bilhões (5,2%) na arrecadação do imposto de renda, especialmente com rendimentos do trabalho, rendimentos do capital e rendimentos de residentes no exterior, além de um aumento no Imposto de Renda Pessoa Física;
  •  R$ 15,4 bilhões (21,3%) relativos ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), impulsionado pela maior arrecadação em operações de câmbio (saída), créditos a pessoas jurídicas e títulos e valores mobiliários;
  •  R$ 13,7 bilhões (38,3%) a partir de outras receitas administradas pela Receita Federal, resultado que se deve, em parte, a aumentos nos recolhimentos da participação da União nas receitas de loterias;
  •  R$ 37 bilhões (5,4%) com receitas previdenciárias, refletindo a atividade do mercado de trabalho, o aumento real nas contribuições do Simples Nacional previdenciário e a reoneração da folha;
  •  R$ 14,8 bilhões (11,7%) oriundos da exploração de recursos naturais, explicados predominantemente pela maior arrecadação do pré-sal e pelo recebimento, em 2025, de valores derivados de um acordo relacionado à Jazida Compartilhada do Pré-Sal de Jubarte, bem como pelo leilão da alienação dos direitos e obrigações da União.

Entretanto, houve uma diminuição de R$ 26,3 bilhões (34,3%) nas receitas provenientes de dividendos e participações, especialmente devido à redução nos pagamentos feitos pela Petrobras e BNDES.

No que diz respeito às despesas, os principais aumentos foram:

  •  R$ 41,4 bilhões (4,1%) em benefícios previdenciários;
  •  R$ 10,8 bilhões (9,1%) com BPC, sendo esses dois primeiros itens afetados pelo crescimento no número de beneficiários e pela política de reajuste do salário-mínimo;
  •  R$ 16,9 bilhões (4,3%) em pessoal e encargos sociais, devido aos reajustes concedidos aos servidores públicos do Poder Executivo;
  •  R$ 10 bilhões (19,7%) com a complementação da União ao Fundeb;
  •  R$ 11,9 bilhões (6,1%) em despesas discricionárias.

Por sua vez, houve uma diminuição de R$ 20,7 bilhões (76,3%) em gastos extraordinários, decorrente das ações de enfrentamento à calamidade no Rio Grande do Sul em 2024, que não se repetiram em 2025.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:Contas PúblicasDéficit PrimárioGoverno CentralPIBTesouro Nacional
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Uélinton Morelli é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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