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Crédito e emprego impulsionam vendas recordes no comércio

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
3 semanas atrás
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A proposta de crédito para o indivíduo e o nível historicamente reduzido do desemprego são fatores que justificam o marco nas vendas do comércio varejista, ainda em um ambiente de juros elevados.

A observação é feita pelo dirigente da Investigação Mensal de Comércio, Cristiano Santos, com base nos dados publicados nesta quarta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), situado no Rio de Janeiro.

No primeiro mês do ano, houve uma elevação de 0,4% nas vendas em comparação com dezembro, desdobramento que manteve o setor no ponto mais alto já alcançado, igualando o nível de novembro de 2025.

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O setor de hipermercados, supermercados, itens alimentares, bebidas e tabaco teve idêntico desempenho e ampliou em 0,4% na transição de dezembro para janeiro, totalizando o mais elevado patamar de vendas já apurado pela apuração do IBGE.

A atividade é considerada o indicador-chave do comércio, com relevância de 55,2% no total do varejo.

Registros no cenário de emprego

Ao discorrer sobre os resultados, o administrador da análise enfatizou o incentivo à economia proporcionado pelo quadro de emprego. Santos mencionou fatos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), também desenvolvida pelo IBGE, que demonstram aumento de 2,9% da renda total em janeiro, em relação ao mês anterior.

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Com o marco histórico de R$ 370,3 bilhões, a remuneração total é a soma de ganhos recebidos pelo grupo de funcionários.

Além disso, a taxa de desocupação de 5,4% no trimestre finalizado em janeiro é a mais baixa já registrada. O número de pessoas empregadas, 102,7 milhões, também é um recorde para esse período.

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Crédito em ampliação

O analista do IBGE também chamou atenção para o incentivo proporcionado pelo financiamento. Em janeiro, a proposta para o indivíduo incrementou em 1,6% em comparação com dezembro. 

A expansão ocorre apesar de a taxa de juros base, a Selic, estar em 15% ao ano (a.a.), o ponto mais alto desde julho de 2006, quando estava em 15,25%.

“O financiamento continua em expansão. Tende a sustentar um avanço do comércio ou uma preservação em uma posição elevada”, falou. “A taxa de juros não resultou em uma diminuição no financiamento ao indivíduo”, observa o investigador.

Ele pondera que os créditos para a compra de automóveis diminuíram 6,2% no período, mas ressalta que o “principal elemento do financiamento para o comércio é o financiamento ao indivíduo”.

Esclarecimento dos juros elevados

A taxa Selic em nível elevado é uma reação do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) à inflação, que permaneceu praticamente todo o ano de 2025 fora da meta de 3% a.a., com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos no acumulado de 12 meses.

A Selic influencia todas as outras taxas de juros do país e, quando alta, atua de forma restritiva na economia, ou seja, encarece operações de crédito e desencoraja investimentos e consumo.

O efeito esperado é a redução da demanda por produtos e serviços, reduzindo a inflação. O impacto indesejado é que a economia pouco ativa tende a diminuir a geração de empregos.

 

Edifício-Sede do Banco Central em Brasília

Edifício-Sede do Banco Central em Brasília – Marcello Casal JrAgência Brasil

Competição

No ponto de vista da docente de economia da faculdade Ibmec-RJ, Gecilda Esteves, o fato de o crédito ao indivíduo manter a ampliação, indo contra a tendência da Selic alta, é explicado pela competição entre organizações financeiras e maior inclusão bancária na economia.

Ela destaca a proliferação das chamadas fintechs, empresas que se utilizam de tecnologia avançada para fornecer serviços financeiros digitais.

“Com o surgimento das fintechs, esse processo de digitalização bancária, a gente tem mais bancos e, portanto, mais capacidade de oferta de recursos”, declarou à Agência Brasil.

“Com mais oportunidades de oferta, naturalmente há uma melhor disseminação desses recursos”, acrescentou.

No ponto de vista da economista, a criação de fintechs e a ampliação de organizações financeiras que concedem crédito favorece a inclusão bancária.

“Aumenta a possibilidade de mais pessoas terem acesso a organizações financeiras e, com isso, mais acesso, mais capital circulante, maior também é a probabilidade de elas terem interesse em obter crédito”, afirma.

Outro componente que contribui para a redução do custo do crédito, acrescenta, é o Open Finance (sistema financeiro aberto, em tradução livre do inglês), sistema no qual os clientes autorizam a organização financeira a ter acesso a informações pessoais provenientes de outros bancos. 

“Open Finance proporciona às organizações financeiras uma capacidade superior de avaliar riscos e, com isso, identificar se aquele potencial cliente é um cliente que apresenta mais risco de inadimplência ou não de acordo com seu histórico bancário”, especifica.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:comércioIBGEInstituto Brasileiro de Geografia e EstatísticaPesquisa Mensal do Comércio
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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