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Governo planeja usar lucros do petróleo para reduzir impostos

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
4 semanas atrás
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O governo nacional encaminhou nesta quinta-feira (23) ao Congresso o Projeto de Lei Suplementar 114 de 2026, que estabelece um mecanismo para diminuir impostos sobre combustíveis caso haja aumento de arrecadação com receitas do petróleo. A proposta foi apresentada pelo líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta.

Pouco antes das 16h, o Ministério da Fazenda tinha divulgado que a ação envolveria novos cortes diretos de tributos. Entretanto, o ministro Dario Durigan retificou a informação.

“Não estamos realizando anúncio de redução tributária de nenhum imposto, e, sim, de um mecanismo debatido com o Congresso para reduzir o impacto da batalha”, afirmou o ministro, mencionando os efeitos do conflito no Médio Oriente sobre os preços de combustíveis.

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Iniciativa

A iniciativa prevê que receitas extraordinárias provenientes do petróleo, como royalties e venda de petróleo do pré-sal, sejam utilizadas para compensar diminuições de impostos sobre combustíveis.

Poderiam ser descontadas as porcentagens do Programa de Integração Social (PIS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel.

O plano inicial estabelece a vigência do regime enquanto perdurar o conflito no Médio Oriente. Assim que for constatado aumento de receitas, o presidente da República poderá emitir um decreto com isenções de combustíveis.

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As reduções de tributos teriam validade por dois meses, com revisões após o término do período.

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, isso possibilitará a permanência da neutralidade fiscal, sem impacto para as contas públicas.

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“Se ocorrer incremento extraordinário da receita, esse acréscimo será usado como compensação para diminuição de tributos aplicáveis a esses combustíveis”, afirmou Moretti.

Conforme o ministro, a cada diminuição de R$ 0,10 nos tributos sobre a gasolina, por um período de dois meses, o efeito estimado é de R$ 800 milhões.

Coordenação

A coordenação política para a concretização da medida envolve o Congresso Nacional. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que o tema será debatido na próxima terça-feira com líderes da Câmara.

De acordo com ele, o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, demonstraram respaldo à proposta.

Intervenções recentes

Nos últimos meses, o governo tomou medidas para controlar a elevação dos combustíveis. Entre elas, a desobrigação do PIS/Cofins sobre o diesel e a concessão de subvenções que chegaram a R$ 1,52 por litro para o diesel importado e a R$ 1,12 por litro para o nacional.

Segundo a Petrobras, os tributos federais representam aproximadamente R$ 0,68 do preço final ao consumidor, no cálculo que considera um preço médio de R$ 6,77 o litro.

No momento, o diesel e o biodiesel estão com PIS e Cofins desonerados. A gasolina e o etanol, entretanto, seguem com a mesma tributação de antes do início da guerra.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:CombustíveisConflito no Oriente MédiodieselimpostosMinistério da Fazenda
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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