No dia seguinte à quebra do recorde, o mercado de ações brasileiro passou por uma correção acentuada e registrou uma queda de mais de 2%, impulsionada por papéis de instituições financeiras. O dólar encerrou o dia sem grandes variações, mesmo diante da pressão global.
O índice Bovespa, da B3, fechou em 181.708 pontos nesta quarta-feira (4), apresentando uma retração de 2,14%. A performance foi impactada tanto pela baixa nas bolsas dos EUA quanto pelas operações de venda de ações para assegurar os lucros obtidos nos recordes recentes.
O mercado acionário teve um dia menos agitado. No fechamento do mercado, o dólar comercial foi cotado a R$ 5,25, mesmo valor de terça-feira (3). Houve um momento em que a cotação chegou a R$ 5,21 antes das 11h, porém retornou à estabilidade durante a tarde. O dólar acumula uma queda de 4,38% neste ano.
Em relação à moeda estrangeira, a valorização das matérias-primas contribuiu para que diversas divisas de países em desenvolvimento resistissem à pressão externa. O preço do barril de petróleo do tipo Brent subiu pouco mais de 3% após impasses nas negociações entre EUA e Irã.
A bolsa de valores seguiu o movimento de baixa das bolsas americanas, em meio às preocupações sobre uma possível bolha em empresas de tecnologia. Adicionalmente, a desaceleração menor do que a prevista no setor de serviços nos EUA reduziu as perspectivas de um corte nas taxas de juros pelo Federal Reserve na próxima reunião em março.
*Baseado em informações da agência Reuters
Fonte: Agência Brasil


