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Superávit da balança comercial atinge mínimo desde 2020

Gabriel Aires
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Gabriel Aires
PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas...
2 horas atrás
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A diminuição nas vendas externas de café e o crescimento nas importações de automóveis resultaram no saldo comercial menos favorável para março em seis anos, divulgou nesta terça-feira (7) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). As exportações superaram as importações em US$ 6,405 bilhões no último mês.

O desempenho representa queda de 17,2% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o superávit atingiu US$ 7,736 bilhões. Este é o saldo comercial mais baixo para março desde 2020, início da pandemia de covid-19, quando ficou em US$ 4,046 bilhões.

Os números das exportações e importações foram os seguintes:

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  • Exportações: US$ 31,603 bilhões crescimento de 10% em comparação a março do ano passado;
  • Importações: US$ 25,199 bilhões, acréscimo de 20,1% na mesma base de comparação.

O montante das exportações é o segundo maior para março desde o início da série histórica, perdendo apenas para março de 2023. Já as importações apresentaram o maior valor da série, que teve início em 1989.

Setores

Na distribuição por setores da economia, as exportações em março tiveram variações conforme a seguir:

  • Agropecuária: +1,1%, com decréscimo de 2 no volume e aumento de 3% no preço médio;
  • Indústria extrativa: +36,4%, impulsionada pelo petróleo, com aumento de 36,4% no volume e de 0,2% no preço médio;
  • Indústria de transformação: +5,4%, com incremento de 4,2% no volume e de 1% no preço médio.

Produtos

Os principais itens responsáveis pelo aumento das exportações em março englobaram:

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  • Agropecuária: animais vivos, exceto peixes ou crustáceos (+49,4%); algodão em estado natural (+33,6%); e soja (+4,3%).
  • Indústria extrativa: outros minerais em estado bruto (+55,9%); outros minérios e concentrados de metais básicos (+66,8%); e óleos brutos de petróleo (+70,4%);
  • Indústria de transformação: carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+29%); combustíveis (+30%); e ouro não monetário (excluindo minérios de ouro e concentrados) (+92,7%).

Mesmo com o crescimento das exportações agropecuárias, as vendas de café despencaram em março. No último mês, as vendas do Brasil foram US$ 437,1 milhões menores do que em março de 2025 (-30,5%). A redução foi causada pela diminuição de 31% na quantidade exportada, devido a divergências nos cronogramas de embarque.

No que diz respeito ao petróleo bruto, o aumento nas exportações atingiu US$ 1,971 bilhão em comparação com março de 2025. Normalmente, as exportações de petróleo apresentam grandes variações mensais devido à manutenção programada de plataformas.

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No entanto, é prevista uma queda nos próximos meses devido à alíquota temporária de 12% de Imposto de Exportação sobre o petróleo, estabelecida em meados de março como medida para conter o aumento dos combustíveis após o início da guerra no Oriente Médio.

Importações

No que diz respeito às importações, o aumento está principalmente relacionado a veículos, cujas compras do exterior aumentaram em US$ 755,7 milhões em março em relação ao mesmo mês de 2025. Na segmentação por categorias, os principais produtos são os seguintes:

  • Agropecuária: peixes (+28,9%); frutas e castanhas comestíveis (+26,6%); e soja (+782%);
  • Indústria extrativa: minérios e concentrados de metais básicos (+33,7%); carvão não aglomerado (+59,9%); e óleos brutos de petróleo (+19,4%);
  • Indústria de transformação: outros medicamentos, incluindo veterinários (+72,2%); fertilizantes químicos ou adubos (+61%) e automóveis de passageiros (+204,2%).

Acumulado

Nos três primeiros meses do ano, o saldo comercial totaliza US$ 14,175 bilhões, um aumento de 47,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento é atribuído à importação de uma plataforma de petróleo em fevereiro de 2025, operação que não se repetiu em 2026.

A composição fica da seguinte maneira:

  • Exportações: US$ 82,338 bilhões, crescimento de 7,1% em comparação com o mesmo período do ano passado;
  • Importações: US$ 68,163 bilhões, acréscimo de 1,3% na mesma base de comparação.

O superávit acumulado é o terceiro maior da série histórica, ficando atrás apenas do primeiro trimestre de 2024 e de 2023.

Projeções

O Mdic revisou as projeções para a balança comercial em 2026. Para este ano, o ministério estima superávit comercial de US$ 72,1 bilhões, aumento de 5,9% em relação ao saldo positivo de US$ 68,1 bilhões em 2025. Em janeiro, o ministério tinha estimado superávit de US$ 70 bilhões a US$ 90 bilhões para este ano.

De acordo com o Mdic, as exportações devem atingir US$ 364,2 bilhões até o final do ano, um aumento de 4,6% em comparação a 2025. Já as importações devem chegar a US$ 280,2 bilhões em 2026, um aumento de 4,2% em comparação com o ano anterior.

As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas a cada trimestre. Conforme o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em julho. O recorde de superávit foi atingido em 2023, quando o saldo positivo foi de US$ 98,9 bilhões.

As estimativas do Mdic são mais positivas do que as das instituições financeiras. Conforme o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado, a balança comercial encerrará o ano com superávit de US$ 70 bilhões.

Fonte: Agência Brasil

TAGS:balança comercialExportaçõesImportaçõesMDICsuperávit
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PorGabriel Aires
Gabriel Aires é editor-chefe e fundador do Tudo Crédito. Especialista em análise de produtos financeiros, foca na matemática aplicada para desmistificar algoritmos de Score e taxas bancárias. Sua missão é revelar o que os bancos não contam e democratizar o acesso ao crédito com segurança técnica.

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